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Brett Penace



CCBB apresenta

JOSÉ DUMONT, O HOMEM QUE VIROU CINEMA!

Um painel do cinema nacional a partir de homenagem inédita a um dos mais talentosos atores do Brasil.

de 22 de julho a 3 de agosto


A mostra JOSÉ DUMONT, O HOMEM QUE VIROU CINEMA! reúne os 20 filmes mais relevantes da carreira do ator (ele já atuou em 44), que são, também, obras relevantes dentro do panorama do cinema brasileiro nos últimos 30 anos: Morte e Vida Severina, A Hora da Estrela, Memórias do Cárcere, Gaijin, Abril Despedaçado e o mais recente 2 Filhos de Francisco.

Um dos mais importantes filmes de sua carreira, O Homem que Virou Suco, de João Batista de Andrade, será exibido em cópia nova e restaurada. O filme de 1981 gerou dividendos para José Dumont, que abocanhou o prêmio de melhor ator nos festivais de Gramado, Brasília, Huelva e ainda o prêmio da Air France.

Os filmes:
1. A Hora da Estrela, de Suzana Amaral (Brasil, 1985)
2. Abril Despedaçado, de Walter Salles (Brasil, 2001)
3. Árido Movie, de Lírio Ferreira (Brasil, 2005)
4. Até a Última Gota, de Sérgio Rezende (Brasil, 1980)
5. Avaeté - Semente da Vingança, de Zelito Viana (Brasil, 1985)
6. Brincando nos Campos do Senhor, de Hector Babenco (EUA, 1991)
7. Cidade Baixa, de Sérgio Machado (Brasil, 2005)
8. Dois Filhos de Francisco, de Breno Silveira (Brasil, 2005)
9. Gaijin - Os Caminhos da Liberdade, de Tizuka Yamasaki (Brasil, 1980)
10. Kenoma, de Eliane Caffé (Brasil, 1998)
11. Maria, Mãe do Filho de Deus, de Moacyr Góes (Brasil, 2003)
12. Memórias do Cárcere, de Nelson Pereira dos Santos (Brasil, 1984)
13. Minas - Texas, de Carlos Alberto Prates Correia (Brasil, 1989)
14. Morte e Vida Severina, de Zelito Viana (Brasil, 1977)
15. Narradores de Javé, de Eliane Caffé (Brasil, 2003)
16. Onde Anda Você?, de Sérgio Rezende (Brasil, 2004)
17. O Baiano Fantasma, de Denoy de Oliveira (Brasil, 1984)
18. O Homem que Virou Suco, de João Batista de Andrade (Brasil, 1979)
19. Tigipió – Uma Questão de Amor e Honra, de Pedro Jorge de Castro (Brasil, 1986)
20. Tudo Bem, de Arnaldo Jabor (Brasil, 1978)


Além dos filmes, a mostra oferece ao público a oportunidade de ficar em contato direto com o ator, no debate “José Dumont: 30 anos de Cinema Brasileiro” (sexta, 25/07), com a presença de José Dumont, do professor e pesquisador Hernani Heffner e do cineasta Zelito Vianna.

José Dumont é mais que um símbolo do cinema nacional. Premiado três vezes com o Kikito de Melhor Ator em Gramado, três vezes vencedor do Candango no Festival de Brasília, escolhido melhor ator em 1999, pela APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte, premiado também em Havana, Miami, Recife e Rio de Janeiro.


O ARTISTA
Toda esta história começou há muitos anos, depois que o rapaz nascido na Paraíba migrou para São Paulo e descobriu a arte de representar. A arte estava desde cedo impressa na vida de José Dumont. Foi ouvindo o cordel e relacionando o som com a palavra escrita no livreto que ele aprendeu a ler sozinho. Foi lendo alto o Novo Testamento para o avô e seus amigos que percebeu que gostava de imaginar aventuras e dar vida a outras pessoas. Foi o palco de um teatro que o revelou para o cinema.

Filho de Severino e Maria Porpino, nascido em Belém do Caiçara, no sertão da Paraíba, José Dumont perdeu a mãe cedo, vítima de parto de uma de suas irmãs. Viu o pai migrar para João Pessoa e foi criado pelo avô, Joaquim, de quem não herdou o sobrenome Batista.

Desde cedo José Dumont aprendeu a lidar com a precariedade e poucos recursos, mas isso não foi impedimento para que sua infância fosse rica e prazerosa: “passei a minha infância onde se passa a melhor infância: nela mesma. Se você não tem muitos recursos materiais, você passa essa fase da vida na imaginação. Para mim, o que era bonito era a vida florescendo a partir das imagens”, diz o ator no livro José Dumont, do Cordel às Telas, do jornalista Klecius Henrique. A obra ilustra bem o modo como este paraibano desde cedo já trabalhava sua identificação com o cinema, mesmo que de maneira inconsciente.

Aos seis anos de idade, José Dumont aprendeu a ler sozinho: “eu ficava observando, ouvindo o cordel e comparava. Se o cara falava ‘batata’ associava a imagem ao que estava sendo dito. Fui soletrando e descobrindo que o que dizia correspondia ao que estava escrito aqui”. O primeiro palco do futuro ator foi a casa do avô. Logo começou a ler novenas e o Novo Testamento para o avô e os vizinhos, que iam próximo ao pé do morro onde seu Joaquim e o neto moravam.

A história do nome
Por habitar uma casinha no sopé da montanha, seu Joaquim Batista era conhecido como Joaquim do Monte. O pai de José Dumont, que não era batizado, era chamado por todos de Severino do Monte. E foi dele que acabou nascendo o sobrenome Dumont. A história é maravilhosa e tem alimentado ainda mais o encantamento em torno de José Dumont: quando seu Severino foi se alistar no exército, um tenente arrogante achou que ele não sabia pronunciar corretamente o próprio sobrenome. Como era possível alguém se chamar Severino do Monte? O oficial, então, tacou Dumont no documento. A partir daí, todos os seus filhos nasceram Dumont e não, Batista. O causo teria agradado Guimarães Rosa.

Muito jovem José Dumont tentou ingressar na Marinha Mercante. Queria conhecer o mundo. Não conseguiu. Mudou-se para São Paulo e trabalhou na Fábrica Progresso, nos Correios e numa fábrica de moinhos. Foi lá que descobriu a arte de representar, aos 25 anos de idade, quando se envolveu numa peça de Eduardo Campos, dirigida por Haroldo Serra, que falava da periferia de Fortaleza, O Morro do Ouro.

O cinema viria pelas mãos de Zelito Viana. Após acompanhar um especial para TV escrito por Gianfrancesco Guarnieri, o cineasta resolveu chamar José Dumont para estrelar, ao lado de Jofre Soares e Stênio Garcia, o filme Morte e Vida Severina. O ator tinha então 27 anos e mudava-se para o Rio de Janeiro, onde acreditava que conseguiria muito trabalho e sucesso.

Morou numa pensão no Catete e passou um ano difícil depois do filme de Zelito. Voltou a aparecer nas telas em participações pequenas como as de Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia de Hector Babenco, Se Segura Malandro de Hugo Carvana, e, depois, como Piauí no filme de Arnaldo Jabor, Tudo Bem. Este personagem rendeu a Dumont um inesquecível elogio de Paulo Gracindo: “esse menino vai ser um dos maiores atores do Brasil”. Mais que elogio, a frase se revelou um prognóstico.


Programação, serviço, sinopses:


Programação: 22/07 a 03/08 – cinema CCBB Rio

22/07, terça-feira
17h – Até a última gota (70 min.)
19h – Brincando nos campos do senhor (189 min.)

23/07, quarta-feira
17h – Gaijin – Os caminhos da liberdae (112 min.)
19h – Tigipió – Uma questão de amor e honra (100 min.)

24/07, quinta-feira
17h – Coronel Delmiro Gouveia (90 min.)
19h – Kenoma (109 min.)

25/07, sexta-feira
17h – Árido movie (100 min.)
19h – Debate: José Dumont, 30 anos de cinema brasileiro, com a presença de José Dumont, do cineasta Zelito Vianna e do pesquisador e preservador-chefe da Cinemateca do MAM Hernani Heffner

26/07, sábado
17h – Morte e vida severina (85 min.)

27/07, domingo
17h – Cidade baixa (110 min.)
19h – Narradores de Javé (100 min.)

29/07, terça-feira
17h – O baiano fantasma (95 min.)
19h – Abril despedaçado (105 min.)

30/07, quarta-feira
17h – Narradores de Javé (100 min.)
19h – 2 filhos de Francisco (132 min.)

31/07, quinta-feira
17h – Minas-Texas (73 min.)
19h – Tudo bem (111 min.)

01/07, sexta-feira
17h – Avaeté – Semente da vingança (110 min.)
19h – O homem que virou suco (90 min.)

02/08, sábado
17h – Memórias do cárcere (185 min.)

03/08, domingo
17h – Onde anda você (103 min.)
19h – A hora da estrela (96 min.)

****

serviço:
JOSÉ DUMONT - O HOMEM QUE VIROU CINEMA!
de 22 de julho a 3 de agosto

Ingressos: Sala de CINEMA: R$6,00 meia R$3,00
www.bb.com/br

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 - Centro Rio de Janeiro RJ - CEP 20010-000
Funcionamento: De terça-feira a domingo das 10h às 21h.
Informações pelo telefone (21) 3808-2020



- Postado por: O Vitor viu... às 15h51
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