A juventude compreendida. è PROIBIDO PROIBIR (Brasil, 2005 – dir: Jorge Duran)
Talvez o melhor filme brasileiro do festival ao lado de “O céu de Suely”. A história de três jovens universitários ultrapassa o mero pretexto de um triângulo amoroso para traçar um perfil social e comportamental da moçada da faculdade dos dias atuais. Tal universo, até então pouco explorado artisticamente, tem tudo para atrair e empolgar diferentes platéias. Outro ponto positivo do filme é, que apesar de se passar no Rio, foge do estereótipo praia e favela e tem a Ilha do Fundão e o subúrbio como cenários principais. O elenco está afiado, com destaque para Caio Blat, que soube combinar na dose certa, humor cafajeste com heroísmo sedutor. Maria Flor, apesar de alguns tons acima, dá conta do recado e Alexandre Rodrigues, artificial em alguns momentos, faz um bom contraponto com Caio. Edyr Duque (menos frenética e mais atriz) brilha intensamente.Tem o velho espírito carioca, mas com algo de impactante e emocionante, revelando um certo desencanto e pessimismo em relação ao sistema. Mas nos lembra de que resistir é preciso. Cotação: @@@@@ Excelente. Texto publicado na época do Festival do Rio em 04/10/2006 - Postado por: O Vitor viu... às 00h28 [ ] [ envie esta mensagem ]
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