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Brett Penace



Dramas sensíveis e lascivos.

Diário do Festival – dia 7 – 28/09/2006

 

è     MORTE EM VENEZA (“Morte a Venezia” – Itália/França, 1971- dir: Luchino Visconti)

 

Um clássico magistral que resiste ao tempo. Visconti aborda com extrema delicadeza o ocaso de um angistiado professor que, ao se hospedar num hotel em Veneza, se vê encantado por um jovem belo e enigmático. Tudo no filme é belo, desde a fotografia até a direção de arte. A trama é conduzida com um ritmo lento para nossos dias, mas com uma perfeição de gênio. Porém, o ponto alto é a trilha sonora. A música de Gustav Mahler continua sendo uma das mais belas da história do cinema. Arrebatadora e deslumbrante. E o filme sendo exibido numa tarde de primavera em pleno Odeon ganha um significado ainda mais grandioso para quem ama cinema.

 

Cotação: @@@@@ Excelente.

 

 

è     O CÉU DE SUELY ( Brasil, 2006 – dir: Karim Aïnouz)

 

Cinema lotadíssimo e uma platéia repleta da nata de nosso cinema. Aguardado com ansiedade, o novo longa do diretor de “Madame Satã” ganhou aplausos da platéia, sobretudo pela atuação da protagonista, a novata Hermila Guedes, que tem uma interpretação apaixonada da moça que volta da capital para sua cidade natal, e sem perspectiva, faz uma rifa de algo muito especial. A fotografia traduz com perfeição a aridez do cenário, o elenco está muito bem e o tom do filme oscila entre o lírico e o neo-realista. E assistir ao filme ao lado da querida Bete Mendes é um prazer a mais.

 

Cotação: @@@@ Ótimo.

 

è     O CADERNO ROSA DE LORI LAMBI (Brasil, 2005 – dir: Sung Sfai)

 

Baseado no livro da celebrada e genial Hilda Hilst, o curta é uma delícia de se assistir e consegue traduzir para as telas a atmosfera cínica, irônica e erótica da obra da escritora. Iara Jamra, no papel da sapeca menina Lori, de 8 anos, que descreve em seu caderninho suas aventuras sexuais com muita singeleza e lascívia, prova que é muito boa na caracterização de crianças. Ela dá um verdadeiro show e o curta tem tudo para ser o vencedor do Festival.

 

Cotação: @@@@ Ótimo

 

 

è     UMA COISA TODA NOVA ( “Whole new thing” – Canadá, 2006 – dir: Ammon Buchbinder)

 

Uma das gratas surpresas da Mostra Gay, um pouco morna este ano. O filme é legal exatamente por ir além da referida temática ao nos revelar uma trama ao mesmo tempo cômica e dramática sobre relações humanas. Um garoto que vive com os pais e tem uma criação alternativa, causa frisson ao entrar na tradicional escola da região por seu visual diferente, sua inteligência fora do comum e por sua personalidade, chamando a atenção do professor de Literatura, um gay enrustido com baixa auto-estima e mal sucedido no amor. A partir da convivência com o rapaz, os dois começam a enxergar a vida de outro ângulo. Belo e simples.

 

Cotação: @@@@ Ótimo.



- Postado por: O Vitor viu... às 22h01
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Draminha adolescente!

Diário do Festival – dia 6 – 27/09/2006

 

            E como nem só de cinema vive o cinéfilo (infelizmente...rs!), hoje fui conferir apenas um filme do festival. Pausa para respirar e recuperar as energias para amanhã!!!

 

è     MEUS 15 ANOS (“Quinceañera” – EUA, 2006 – dir: Richard Glatzer e Wash Westmoreland)

 

Interessante filme sobre uma comunidade latina nos EUA, na qual pertence Magdalena, menina que engravida na véspera de completar 15 anos e, expulsa de casa por seu pai, um conservador pastor, vai viver com o tio liberal e o primo gay. O filme usa, abusa e aborda toda a breguice que gira em torno de um baile de debutantes, e acaba por nos brindar com cenas muito engraçadas. A trama é pra lá de previsível e o desfecho poderia ser melhor. Entretanto, o filme não deixa de ter seu encanto e de nos entreter e prender a atenção.

 

Cotação: @@@ Bom

- Postado por: O Vitor viu... às 01h19
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Retratos do interior.

Diário do Festival – dia 5 – 26/09/2006

 

è     A ÚLTIMA NOITE (“A prairie home companion” – EUA, 2006 – dir: Robert Altman)

 

    

 

O novo Altman traz o mesmo estilo inconfundível do diretor. Um elenco de peso em cenas intercaladas que abusam da naturalidade e de diálogos corriqueiros. A trama central que aborda o último dia de um programa de rádio muito popular nos EUA é apenas um pretexto para as questões humanas que o diretor busca em seus filmes. Pra quem não curte música country, o filme pode ser uma experiência maçante, que é compensada pelo ótimo desempenho dos atores. Meryl Streep, sempre surpreendendo, agora como cantora country. A dupla Woddy Harrelson e John C. Reilly está impagável e Kevin Kline destoa alguns tons acima do restante do elenco. E que bom rever Lili Tomlin, figurinha fácil nas produções de Altman.

 

Cotação: @@@ Bom.

 

 

è     AS FILHAS DA CHIQUITA ( Brasil, 2006 – dir: Priscilla Brasil)

 

De cara já é importantíssimo por ser o primeiro filme brasileiro a figurar na Mostra Gay em oito anos de festival. O documentário que mostra a Festa da Chiquita, de cunho homossexual, evento paralelo ao Círio de Nazaré, em Belém do Pará e as controvérsias que ela causa entre os moradores da cidade. Alterna momentos confessionais e de intolerância religiosa com cenas divertidíssima dos participantes da festa. Como não podia deixar de ser, a alegre platéia aplaudiu efusivamente este bom e significativo filme.

 

Cotação: @@@ Bom. 

- Postado por: O Vitor viu... às 02h25
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Canadá em dose dupla...

Diário do Festival – dia 4 – 25/09/2006

 

è     DEITE COMIGO (“Lie with me” – Canadá, 2005 – dir: Clement Virgo)

 

As primeiras cenas do filme são pra lá de promissoras, principalmente a do sexo no jardim. No entanto, as cenas vão se tornando repetitivas e arrastadas e o que seria um ótimo filme com fortes doses de erotismo sob a incomum ótica feminina acaba se tornando uma “Sabrina” mais apimentada. E o final é mais do que previsível.

 

Cotação: @@ Médio

 

 

è     UM CERTO OLHAR (“Snow cake” – Reino Unido/Canadá, 2006 – dir: Marc Evans)

 

Presente e passado se confrontam na vida do personagem de Alan Rickman, que ao dar carona a uma jovem, que morre tragicamente durante a viagem, parte em busca da mãe da garota e, com isso, se lembra de seu próprio drama representado por um acidente semelhante com o próprio filho. Para piorar a situação, a mãe da jovem (vivida magistralmente por Sigourney Weaver) é autista e não tem como ficar sozinha. Um filme sensível, comovente e cativante.

 

Cotação: @@@@ Ótimo

P.S: Consegui garantir minha entrada para "Paris, eu te amo" !!!



- Postado por: O Vitor viu... às 02h08
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"Ótima Comédia americana é ovacionada pela platéia"

Diário do Festival – dia 3 – 24/09/2006

 

 

è     PEQUENA MISS SUNSHINE (“Little Miss sunshine”- EUA, 2006 – dir: Jonathan Dayton e Valerie Faris)

 

 

Espécie de comédia dramática atípica no cinema americano. Uma família composta por 6 pessoas (todos os atores com grandes atuações) decidem atravessar o país para que a pequena Olive possa participar do concurso de miss que tem ensaiado a vida inteira. Todos vivem atormentados e, derrotados pela vida, não conseguem uma convivência amistosa, mas são obrigados a confrontar-se com suas próprias mazelas. O chefe da família que não consegue emplacar sua idéia revolucionária de sucesso, o cunhado gay pesquisador de Proust que perde o amor e o emprego para o rival, o avô que é expulso do asilo por uso de drogas e o filho problemático que se recusa a falar. E a mãe, claro, que não sabe como lidar com tantos dilemas reunidos. O que, no entanto, pode nos soar como um drama lacrimogênio se transforma em algo muito, muito engraçado mesmo. Os dramas pelos quais passa a família (inclusive a Kombi) se assemelham muito aos do nosso país e muitas vezes eles são obrigados a dar aquele chamado “jeitinho brasileiro”, promovendo uma identificação imediata com o público. Humor inteligente, sem, em momento algum ser apelativo, o filme adota alguns clichês e rejeita outros, mas o resultado é uma platéia vibrante e empolgada que aplaude efusivamente ao final da sessão. O desfecho é impagável. Cheira a indicações ao Oscar... Com a ótima Toni “Muriel” Colette, Greg Kinnear, Steve Farris e Alan Arkin.

 

Cotação: @@@@ Ótimo

 

 

 

è     11 HOMENS DENTRO DO CAMPO E FORA DO ARMÁRIO (“Strakarnir Okkar” – Islândia/Reino Unido/Finlândia, 2005 – dir: Robert I. Douglas)

 

Na longínqua Islândia, um astro do futebol assume-se gay e dá início a um time na liga daquele país e passa a enfrentar preconceitos e a hostilidade do filho adolescente. Uma ótima idéia que poderia ter sido bem melhor desenvolvida. Narrativa confusa, montagem estranha e diálogos sem nexo compõem um filme esquisito, que não corresponde às expectativas da platéia.

 

Cotação: @ Fraco.  

- Postado por: O Vitor viu... às 01h55
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A volta do bom e típico Almodóvar com “Volver”

 

 

è     VOLVER ( “Volver” – Espanha, 2006 – dir: Pedro Almodóvar)

 

Após o decepcionante “Má educação”,  confesso que toda minha ansiedade em relação ao novo filme de Almodóvar se misturava com uma certa apreensão. Mas já na primeira (e belíssima) cena do filme onde mulheres cuidam da sepultura de seus mortos, pude ver que a assinatura do diretor espanhol estava lá. E realmente, trata-se de um clássico almodovariano com todo aquele humor patético, aquela breguice dramática genial, as situações suigeneris que só mesmo ele é capaz de criar.

O olhar sobre a mulher também está de volta após dois filmes em que o universo masculino foi explorado e enfatizado. E que mulheres. A trama central gira em torno de Raimunda (Penélope Cruz, linda, deslumbrante), mulher que tem de esconder a morte do marido para que sua filha não seja incriminada e que, ao mesmo tempo tem que lidar com o retorno da mãe, (Carmen Maura), que estava morta e volta para acertar as contas de antigas questões familiares.

O desvendar da trama é, até certo ponto, previsível, para quem já está acostumado a lidar com Almodóvar. Mas isso pouco importa se temos diante de nós atuações femininas da melhor qualidade. Penélope Cruz realiza, de longe, seu melhor trabalho. Além de linda e exuberante, a atriz é a reponsável, junto com Carmen Maura, pela melhor cena do filme, quiçá do ano, na qual ela canta uma antiga canção e a emoção explode em cena. A grande musa do diretor e principal estrela de seus filmes, Carmen Maura, está de volta, um tanto quanto envelhecida, é verdade, mas transbordando talento e carisma. Lola Dueñas, no papel da outra filha, a simpática cabeleireira Sole, faz um bom contraponto com Penélope e a participação especial de Cruz Lampreave, outra estrela de Almodóvar das antigas, no papel de Tia Paula, é um show à parte. Aliás, todo o elenco feminino está genial.

Enfim, mesmo que não ultrapasse os excelentes “Tudo sobre minha mãe” e “Fale com ela”, só temos motivos para comemorar “Volver”, que traz um Almodóvar maduro, mas nem tanto. É uma alegria constatar que ele mantém sua pueril bizarrice. Aplausos!

 

Cotação: @@@@ Ótimo.

 

ONDE ASSISTIR: DOM 24 – Leblon 2: 16:30 e 21:30

                           TER 26 – Paissandu: 14:00 e 19:00

                                 QUA 27 – Roxy 2: 14:00 e 19:00

- Postado por: O Vitor viu... às 15h34
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Morte e corpo aparecem nos filmes do dia.

Diário do Festival – Dia 2 – 23/09/2006

 

 

è     UM DIA DE VERÃO:  (“Um jour d´été” – França, 2006 – dir: Franck Guerin)

 

Pode frustrar os espectadores mais acostumados com o ritmo imposto pelo cinema americano. Aqui, as ações são mescladas o tempo todo com investigações psicológicas dos personagens a partir da morte do jovem Mickael, sobretudo por seu melhor amigo, Sebastien. Sentimentos e emoções conflitantes permeiam o filme todo e recebem o auxílio de uma fotografia plácida e uma trilha sonora discreta. Legendas em inglês.

 

Cotação: @@@ Bom.

 

 

 

è     NENHUM CORPO É PERFEITO: (“No body is perfect” – França, 2005 – dir: Raphaël Sibilla)

 

Atenção: acreditem, por favor, no que diz a advertência inicial que nos informa que o filme não é aconselhável ás pessoas mais sensíveis. Pois é, infelizmente eu fui uma delas, admito. Não tive estômago e acabei jogando a toalha nos minutos finais do filme, que faz uma investigação pela busca do prazer através do corpo. Tudo começa meio light, com os casais de meia-idade que fazem swing, gays, transexuais, andrógenos e afins. Depois parte para bondage, SM e clubes eróticos. Mas a barra começa a ficar pesada aos poucos, e digo, numa boa, sem julgamentos morais, foi forte demais pra mim ver algumas chocantes cenas que envolvem prazer e dor.

Mas há um humor e algo patético e irônico durante toda a narrativa.

Quem foi até o fim, pode até comentar. Se eu não desmaiar após o relato, posso debater...rs!

 

Cotação: @@ Médio.

 

P.S: “Volver”, de Almodóvar ultrapassa as barreiras do Festival e merecerá um post à parte.



- Postado por: O Vitor viu... às 15h07
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